Um brasileiro entra na policia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao xerife:
- Vim entregar-me. Cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.
- Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia.
- Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.
- Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?
- Mas ele estava no acostamento.
- Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.
- Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!
- Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um paci fista, merece uma estátua.
- Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
- O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.
- Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estoy vivo, estoy vivo!!
- Tudo mentira, esses argentinos mentem muito!
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
NATAL DE CARIOCA
Próximo ao Natal, Wandergleydson, um garotinho flamenguista de oito anos, resolveu escrever uma carta para o Papai Noel pedindo uma bicicleta...
"Papai Nuel, fui um óstimo minino esti ano, ajudei meu pai, minha maie,até meu irmaozinhu... quero uma bicicreta".
Então parou e pensou: "Ele num vai acreditá, vo refaze a carta."
"Papai Nuel, sei que nao fui muito bao este ano, mas achu qui ainda meressu uma bicicreta".
Não satisfeito, ele joga a carta fora, vai até o presépio, pega a imagem de Maria, coloca dentro do sapato e escreve o seguinte:
"Jesus, se liga na situação... tô com tua mãe... véio!!!, a treta é a seguinte.... Se quiser ve tua véia di novu, manda Papai Nuel mi dá uma magrela sinão o bicho vai pegá pro lado da coroa."
Ass: Vandergreidsson
"Papai Nuel, fui um óstimo minino esti ano, ajudei meu pai, minha maie,até meu irmaozinhu... quero uma bicicreta".
Então parou e pensou: "Ele num vai acreditá, vo refaze a carta."
"Papai Nuel, sei que nao fui muito bao este ano, mas achu qui ainda meressu uma bicicreta".
Não satisfeito, ele joga a carta fora, vai até o presépio, pega a imagem de Maria, coloca dentro do sapato e escreve o seguinte:
"Jesus, se liga na situação... tô com tua mãe... véio!!!, a treta é a seguinte.... Se quiser ve tua véia di novu, manda Papai Nuel mi dá uma magrela sinão o bicho vai pegá pro lado da coroa."
Ass: Vandergreidsson
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
A Morte do Senador
Um senador está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre.
A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
-"Bem-vindo ao Paraíso!"; diz São Pedro
-"Antes que você entre, há um probleminha.
Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o
que fazer com você.
-"Não vejo problema, é só me deixar entrar", diz o antigo senador.
-"Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores.. Vamos fazer o seguinte:
Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher
onde quer passar a eternidade.
-"Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o senador. "
-"Desculpe, mas temos as nossas regras."
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce
até o Inferno.
A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.
Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos
com os quais havia trabalhado.
Todos muito felizes em traje social.
Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons
tempos em que ficaram ricos às custas do povo.
Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa
o tempo todo dançando e contando piadas.
Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.
Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperan do
por ele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de
nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.
Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São
Pedro retorna.
-" E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.
Agora escolha a sua casa eterna." Ele pensa um minuto e responde:
-"Olha, eu nunca pensei ... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou
ficar melhor no Inferno."
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce
até o Inferno.
A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.
Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o
entulho e colocando em sacos pretos.
O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.
-" Não estou entendendo", - gagueja o senador - "Ontem mesmo eu estive
aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós
dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de
mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados !!!"
Diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:
-" Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto..."
A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
-"Bem-vindo ao Paraíso!"; diz São Pedro
-"Antes que você entre, há um probleminha.
Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o
que fazer com você.
-"Não vejo problema, é só me deixar entrar", diz o antigo senador.
-"Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores.. Vamos fazer o seguinte:
Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher
onde quer passar a eternidade.
-"Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o senador. "
-"Desculpe, mas temos as nossas regras."
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce
até o Inferno.
A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe.
Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos
com os quais havia trabalhado.
Todos muito felizes em traje social.
Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons
tempos em que ficaram ricos às custas do povo.
Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar.
Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa
o tempo todo dançando e contando piadas.
Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora.
Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe.
Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperan do
por ele.
Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de
nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando.
Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São
Pedro retorna.
-" E aí ? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso.
Agora escolha a sua casa eterna." Ele pensa um minuto e responde:
-"Olha, eu nunca pensei ... O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou
ficar melhor no Inferno."
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce
até o Inferno.
A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo.
Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o
entulho e colocando em sacos pretos.
O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do senador.
-" Não estou entendendo", - gagueja o senador - "Ontem mesmo eu estive
aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, e nós
dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de
mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados !!!"
Diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz:
-" Ontem estávamos em campanha. Agora, já conseguimos o seu voto..."
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
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