quinta-feira, 25 de agosto de 2011
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Lançamento da Apple
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Também conhecido como Mac Acheira
quinta-feira, 7 de abril de 2011
No fringir dos ovos
Pergunta: Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão "no frigir dos ovos"? |
Resposta:
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa. E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo. Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco...
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.Entendeu o que significa “no frigir dos ovos”?
Abs. Marivaldo Cascaes
sexta-feira, 11 de março de 2011
Baianos e os EUA
O Presidente Barack Obama, de tanto ouvir falar dos BAIANOS, decidiu convidar um grupo deles para visitar os Estados Unidos.
Para mostrar o quanto desejava conhecer os BAIANOS, ele mandou o seu próprio avião apanhá-los em Salvador e, ainda, preparar uma grande recepção no hangar presidencial, onde foi instalado um palanque, com banda e cartazes de boas-vindas.
Quando o avião chegou, a banda começou a tocar, os coros a cantar, abriu-se a porta do avião, mas os convidados ... não desceram.
O presidente, sem entender o motivo da demora, mandou seu secretário averiguar.
O secretário foi ao avião e regressou dizendo ao presidente :
- Senhor, os BAIANOS não querem descer porque estão com medo do Wel.
O presidente, mais confuso ainda, perguntou ao Secretário :
- Mas, quem é Wel ?
Para saber quem era, o Secretário regressou ao avião e disse aos BAIANOS :
- O Presidente quer saber quem é Wel ?
E o porta-voz do grupo responde :
- Nós também não sabemos meu rei. Mas, naquele cartaz tá escrito :
WEL COME BAIANOS ...













